RESPOSTAS DOS DESAFIOS DA SEMANA

1. Qual o nome da cortina colocada no sacrário ?

R.: CONOPEU. Do grego konopeion. Na liturgia católica, o véu que encobre o tabernáculo. (Grande Enciclopédia Larousse Cultural - Volume 8 - pág. 1584)

R.: CONOPEU. Véu que cobre o sacrário. (Missa: Mistério - Celebração - Organização. Ed. Ave Maria - Autor: Mauro Odorissio - pág. 108)

R.: CONOPEU. Cortina que em geral pende diante da porta do tabernáculo. Não é obrigatório quando a frente do tabernáculo for bem artística. (A Liturgia da Missa - Teologia e Espiritualidade da Eucaristia. Ed. Vozes - Autor: Frei Alberto Beckhäuser, OFM. - pág. 134)

2. Em que momento da Missa o sacerdote parte a Hóstia grande, assim como Cristo partiu o pão na última Ceia ?

R. Após o abraço da paz o presidente divide a hóstia magna em duas partes. Coloca a metade direita sobre a patena e da esquerda toma uma fração que é deixada no vinho consagrado... Atualmente, o "Cordeiro de Deus" é cantado ou recitado após a "comixtio" que é a colocação de uma parcela da hóstia magna no cálice. As rubricas falam em cantar ou recitar o Cordeiro de Deus enquanto o presidente reza em silêncio. (Missa: Mistério - Celebração - Organização. Ed. Ave Maria - Mauro Odorissio - pág. 61)

R. O gesto de deixar cair um pedacinho da hóstia no cálice (a chamada commixtio) não é a fração do pão, mas um gesto que tem uma história longa e complicada. Na opção do Missal que estamos usando agora, expressa que o pão e o vinho formam uma unidade: embora separados, significam conjuntamente a memória da paixão e ressurreição do Senhor. Se tivéssemos que escolher entre os dois gestos, certamente deveríamos ficar com a fração do pão e não com a commixtio... Alguns presbíteros partem o pão na hora da chamada consagração (narrativa da última ceia), quando se diz: Jesus partiu o pão... Esquecem-se as pessoas que assim procedem que somente depois de terminar a oração eucarística (a ação de graças) é que tem sentido partir o pão e distribuí-lo. Primeiro damos graças, depois partimos o pão. (A Missa: Memória de Jesus no coração da vida. Ed. Vozes - Ione Buyst - Equipe de Liturgia/4 - pág. 101)

R. Fração do Pão: Como Jesus, na última Ceia, partiu o pão para distribuí-lo aos Apóstolos, o celebrante também parte o pão ou a hóstia grande e, deixando cair um fragmento dela no cálice, diz em voz baixa: "Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna!" Enquanto isso o coro ou cantor canta a invocação "Cordeiro de Deus"... (Missal da Assembléia Cristã. Ed. Paulus - Rito da Missa - Missal Cotidiano pág. 502 e 583 ou Missal Dominical pág. 556 e 635)

R. O gesto de partir o pão, realizado por Cristo na última Ceia, deu nome a toda a ação eucarística na época apostólica... *A mistura do Corpo e do Sangue de Cristo: o sacerdote coloca no cálice uma partícula da hóstia; *Cordeiro de Deus: durante a fração do pão e sua mistura no cálice, o grupo dos cantores ou o cantor canta a invocação Cordeiro de Deus, à qual o povo responde; se não for cantada, seja dita em voz alta. Para acompanhar o rito da fração do pão, pode-se repetir essa invocação quantas vezes for necessário, terminando sempre com as palavras dai-nos a paz. (Introdução ao Missal Romano - Por Cristo com Cristo em Cristo - nº 56 c/d/e - Ed. Vozes - Paulo VI - pág. 42 e 43)

R. O rito da fração do pão foi desvinculado da oração eucarística justamente para dar maior realce a ele. Daí não ter sentido, nem coerência, o sacerdote partir o pão na hora da consagração. Se houvesse coerência, deveria também distribuir o Pão naquele momento. Aliás, Jesus Cristo também primeiramente deu graças e depois partiu o pão e o deu a seus discípulos. O Cordeiro de Deus é o canto da assembléia que acompanha a fração do pão eucarístico... Não é função do sacerdote começar o Cordeiro de Deus. (A Liturgia da Missa - Teologia e Espiritualidade da Eucaristia. Ed. Vozes - Frei Alberto Beckhauser, OFM - pág. 90)

R. Terminada a saudação, o celebrante parte a hóstia grande e coloca um pedacinho da mesma dentro do cálice com vinho consagrado. Esse ato de partir o pão chama-se "Fração do Pão". Vem do latim, do verbo 'frangere', que quer dizer 'quebrar'. (A Missa Parte por Parte - 1989. Ed. Vozes - Pe. Luiz Cechinato - pág. 135)

3- Em que dias começa e termina o Tempo da Quaresma ?

R.: O Tempo da Quaresma se estende da Quarta-feira de Cinzas até a Missa "na Ceia do Senhor" exclusive. Esta missa vespertina dá início, nos livros litúrgicos, ao Tríduo pascal da Paixão e Ressurreição do Senhor... (Missal da Assembléia Cristã. Ed. Paulus - Introdução ao Tempo da Quaresma - Missal Cotidiano pág. 160 ou Missal Dominical pág. 138)

R.: A Quaresma começa na Quarta-feira de Cinzas e termina antes da Missa da Ceia do Senhor na Quinta-feira Santa. (Preparando a Páscoa: Quaresma, Tríduo Pascal, Tempo Pascal. Ed. Vozes - Ione Buyst - 6a. edição: pág. 28)

R.: Tempo da Quaresma I = Desde o início do Ofício da Quarta-feira de Cinzas até a Hora Média do Sábado da 5a. Semana da Quaresma inclusive. Tempo da Quaresma II = Desde as primeiras Vésperas do Domingo de Ramos da Paixão do Senhor até a Oração das Quinze Horas da Quinta-feira Santa inclusive. (Liturgia das Horas - Vol. II - págs. 33 e 357)

R.: O Tempo da Quaresma vai de Quarta-feira de Cinzas até a Missa na Ceia do Senhor exclusive. (Introdução ao Missal Romano - Por Cristo com Cristo em Cristo - "Normas Universais sobre o Ano Litúrgico e o Calendário" nº 28 - Ed. Vozes - Paulo VI - pág. 118)

4 - Quais os nomes das 2 fórmulas da Profissão de Fé (Creio) utilizadas na Santa Missa ?

R.: O Credo tem duas formulações que resumem o mesmo conteúdo. A primeira, a mais antiga, é reconhecida como Símbolo dos Apóstolos. Traz doze artigos com as principais verdades da Fé. É o "Creio" que recitamos na Missa de domingo e dias santos da Igreja. A segunda, o Símbolo de Nicéia ou Niceno-Constantinopolitano, recitado por muito tempo, após o Concílio de Constantinopla em 381. O primeiro quis evidenciar a divindade de Jesus, por causa da heresia liderada por Ario, negando tal divindade. O segundo confirma a divindade do Espírito Santo, negada por Macedônio. (A Comunidade Redescobre o Sentido da Missa na Liturgia e na Vida. Ed. Vozes - Comissão Arquidiocesana de Catequese de Diamantina - pag. 31)

R.: Símbolo Niceno-Constantinopolitano e Símbolo Apostólico. (Missal da Assembléia Cristã. Ed. Paulus - Liturgia da Palavra - Missal Cotidiano págs. 511 e 512 ou Missal Dominical págs. 565 e 566)

R.: O Creio que proclamamos na Profissão de Fé é também conhecido com o nome de "Símbolo". É como um sinal, uma marca ou estandarte daqueles que ouviram a Palavra de Deus e seguiram Jesus Cristo. Há no Missal duas fórmulas de Profissão de Fé, ou seja, dois Símbolos conhecidos universalmente: 1) Símbolo dos Apóstolos; 2) Símbolo de Nicéia ou Niceno-Constantinopolitano. (A Missa Parte por Parte - 1989. Ed. Vozes - Pe. Luiz Cechinato - pág. 78)

R.: O "Creio" ou Profissão de Fé tem uma história longa e conturbada. Não é um canto, nem um texto comunitário, mas uma profissão de fé individual, emprestada à celebração do Batismo: creio (não: cremos...). Entrou na Missa lá pelos anos 500, no Oriente, na briga teológica entre Igrejas. Rezar o Creio de um determinado jeito era uma maneira de "vacinar" o povo contra as "heresias" e afirmar a própria fé, diferente da maneira de crer de outra Igreja! ... É importante usar um dos textos oficiais (o Creio apostólico, mais simples, conhecido de memória por todos, e o Creio Niceno-Constantinopolitano, mais longo e menos conhecido. Existe também o texto ecumênico, que é praticamente o Creio apostólico. (A Missa: Memória de Jesus no Coração da Vida. Ed. Vozes - Ione Buyst - Equipe de Liturgia/4 - págs. 54 e 55)

R.: Creio: É uma resposta de fé à mensagem divina. No início ele pertencia ao rito batismal. Depois entrou na Liturgia Eucarísitica por causa das heresias que surgiram... O missal proporciona duas fórmulas: uma é o Símbolo dos Apóstolos e a outra, o Símbolo Niceno-Constantinopolitano. (Missa: Mistério - Celebração - Organização. Ed. Ave Maria - Mauro Odorissio - pág. 50)

5 - Qual o nome da peça em forma de meia lua que faz parte do Ostensório e na qual se coloca a hóstia magna?

R.: Luneta - peça circular do ostensório onde se coloca a hóstia consagrada para exposição do Santíssimo (Liturgia: Conheça Mais Para Celebrar Melhor. Ed. Paulus - Pe. Luiz Miguel Duarte - pág. 44)

R.: Luneta - parte do ostensório, em forma de meia-lua, na qual se coloca a hóstia magna. (Missa: Mistério - Celebração - Organização. Ed. Ave Maria - Mauro Odorissio - pág. 111)

R.: Luneta, pequeno objeto para colocar a hóstia grande na custódia ou ostensório, em geral em forma de meia lua, com abertura em que entre a hóstia consagrada. (A Liturgia da Missa - Teologia e Espiritualidade da Eucaristia. Ed. Vozes - Frei Alberto Beckhauser, OFM - pág. 132)

6 - Quem são os ministros do Sacramento do Matrimônio ?

R.: Ministros do sacramento (do Matrimônio) são os próprios contraentes, porque a causa eficiente do matrimônio in fieri é o consentimento matrimonial e este é posto pelos nubentes. O sacerdote desempenha o papel de uma testemunha qualificada. Contudo, como a sua função não é meramente passiva, recebe o nome de ministro assistente. (O que Deus Uniu. Ed. Loyola - Jesus Hortal, S.J. - pág. 31)

R.: Na Igreja Latina, considera-se habitualmente que são os esposos que, como ministros da graça de Cristo, se conferem mutuamente o sacramento do Matrimônio expressando diante da Igreja seu consentimento. Nas liturgias orientais do sacramento (chamado "Coroação") é o presbítero ou o Bispo que, depois de receber o consentimento recíproco dos esposos, coroa sucessivamente o esposo e a esposa em sinal de aliança matrimonial. (Catecismo da Igreja Católica. Ed. Vozes / Paulinas / Loyola / Ave-Maria - 3a. Edição - 1993 - pág. 383)

7 - Em que dia do Ano Litúrgico são abençoados os Óleos dos Catecúmenos e dos Enfêrmos e consagrado o Óleo do Crisma ?

R.: Nesta manhã de Quinta-feira Santa, ou em outro dia oportuno, a Igreja reúne a comunidade diocesana: o Bispo, os Sacerdotes e fiéis... Nesta Eucaristia são abençoados: o óleo para o Batismo, chamado óleo dos Catecúmenos; o óleo do Crisma, para o sacramento da Crisma, ordenação sacerdotal e episcopal. Abençoa-se também o óleo dos enfermos para o alívio das dores e o perdão dos pecados. (Vivendo a Semana Santa - O Mistério Pascal Celebrado no Brasil. Ed. Santuário - Pe. Antonio Carlos de Oliveira Souza e outros - pág. 47)

R.: MISSA DO CRISMA (5a. feira-Santa): O bispo, cercado pelos outros sacerdotes, abençoa os óleos, que serão usados nos diversos sacramentos... (Missal da Assembléia Cristã. Ed. Paulus - Tríduo Pascal - 5a. feira-Santa - Missal Dominical pág. 288)

8 - Qual a diferença entre cruz e crucifixo ?

R.: Primeiramente se usava simplesmente o símbolo da cruz, sem o corpo de Jesus Cristo afixado. Portanto, a cruz e não o crucifixo. (Símbolos Litúrgicos. Ed. Vozes - Frei Alberto Beckhäuser - pág. 30)

R.: Cruz: Instrumento de suplício na antiguidade, composto de dois madeiros, um atravessado no outro; símbolo da redenção para os cristãos. Crucifixo: Imagem de Cristo pregado na cruz; crucificado.(Dicionário Escolar da Língua Portuguesa. Ministério da Educação/FAE- Francisco da Silveira Bueno - 11a. edição / 1986 - pág. 315)

R.: Cruz: Instrumento de suplício na antiguidade, formado de dois pedaços de madeira atravessados, no qual, antigamente, se pregavam os condenados à morte. Crucifixo: Cruz de madeira, metal, etc. na qual o Cristo é representado crucificado. (Grande Enciclopédia Larousse Cultural - Volume 9 - págs. 1729 e 1730)

9 - Quais os nomes das funções de quem carrega o turíbulo e a cruz nas celebrações?

R.: Turiferário: (Do latim thuriferarius) Diz-se de ou aquele que, nas cerimônias da Igreja, leva o turíbulo. Cruciferário: Aquele que leva a cruz diante do papa ou de um prelado, durante uma procissão. (Grande Enciclopédia Larousse Cultural - Volume 29 e 9 - págs. 5921 e 1728)

R.: Turiferário: Aquele que conduz o turíbulo. Cruciferário: Aquele que leva a cruz nas procissões. (Dicionário Escolar da Língua Portuguesa. Ministério da Educação/FAE- Francisco da Silveira Bueno - 11a. edição / 1986 - págs. 1161 e 315)

10 - Quantas semanas tem o Tempo Comum no Ano Litúrgico?

R.: Este longo período (Tempo Comum) compreende 33/34 semanas, distribuídas em dois ciclos. (Missal da Assembléia Cristã. Ed. Paulus - Tempo Comum - Missal Dominical pág. 660).

R.: Além dos tempos que têm característica própria, restam no ciclo anual 33 ou 34 semanas nas quais não se celebra nenhum aspecto especial do mistério de Cristo; comemora-se nelas o próprio mistério de Cristo em sua plenitude, especialmente aos domingos. Este período é chamadoTempo Comum (Introdução ao Missal Romano - Por Cristo com Cristo em Cristo - "Normas Universais sobre o Ano Litúrgico e o Calendário" nº 43 - Ed. Vozes - Paulo VI - pág. 120)

11 - O que é "EPÍCLESE" ?

R.: Em dois momentos da oração eucarística, invocamos a vinda do Espírito Santo transformador: antes da narrativa da instituição (narrativa da última ceia) e depois. Estas orações são chamadas de "epíclese", invocação. Há portanto duas epícleses em nossas orações eucarísticas. (A Missa: Memória de Jesus no Coração da Vida. Ed. Vozes - Ione Buyst - Equipe de Liturgia/4 - pág. 88)

R.: A epíclese: a Igreja implora com especiais invocações o poder divino, para que os dons oferecidos pelos homens sejam consagrados, isto é, se tornem o Corpo e o Sangue de Cristo, e para que a vítima imaculada, que se recebe na comunhão, contribua para a salvação daqueles que dela participarão. (Missal da Assembléia Cristã. Ed. Paulus - A oração eucarística - Missal Dominical pág. 554)

12 - Quantos e quais são os graus do Sacramento da Ordem ?

R.: Na tradição da Igreja, esses três graus - bispo, presbítero e diácono - recebram o nome de "ordens sagradas". Apesar de certas vacilações, sobretudo quanto à natureza do episcopado, atualmente não temos dúvidas ao afirmar que todos os três graus são transmitidos mediante um sacramento, o sacramento da ordem (conf. LG 21). Neste sentido - unidade de tarefa, mas diversidade de participação - é que se pode compreender que o sacramento da ordem seja considerado uno e não tríplice, embora seja ministrado em três graus. (Os Sacramentos da Igreja na sua Dimensão Canônico-Pastoral. Ed. Loyola - Jesus Hortal, S.J. - pág. 189)

R.: A Ordem é o sacramento graças ao qual a missão confiada por Cristo a seus Apóstolos continua sendo exercida na Igreja até o fim dos tempos; é portanto o sacramento do ministério apostólico. Comporta três graus: o episcopado, o presbiterado e o diaconado. (Catecismo da Igreja Católica. Ed. Vozes / Loyola - no. 1536)

13 - Quais os sacramentos da Iniciação Cristã ? E os sacramentos da Cura ? E os sacramentos do serviço ?

R.: Pelos sacramentos da iniciação cristã - Batismo, Confirmação e Eucaristia - são lançados os fundamentos de toda vida cristã... Dois sacramentos de cura: o sacramento da Penitência e o sacramento da Unção dos Enfermos... Dois outros sacramentos, a ordem e o matrimônio, estão ordenados à salvação de outrem. Se contribuem também para a salvação pessoal, é através do serviço aos outros. (Catecismo da Igreja Católica. Ed. Vozes / Loyola - nos. 1212, 1421 e 1534)

14 - Qual a diferença entre Liturgia Eucarística e Oração Eucarística ?

R.: Celebrando o memorial do Senhor, a Igreja, na Liturgia Eucarística, faz o mesmo que Cristo fez na última Ceia:

ÚLTIMA CEIA ==> LITURGIA EUCARÍSTICA

Ele tomou o pão... o cálice ==> Preparação das oferendas

... deu graças ... ==> Oração Eucarística

... partiu o pão ... ==> Fração do Pão

...e deu. ==> Comunhão

(Portanto: a Oração Eucarística é uma das partes da Liturgia Eucarística) (Documento 43 CNBB - Animação da Vida Litúrgica no Brasil - no. 286 - pág. 100)

A Igreja dispôs toda a celebração da Liturgia Eucarística em partes que correspondem às palavras e gestos de Cristo. De fato:

a) na Preparação das oferendas...

b) na Oração Eucarística rendem-se graças a Deus por toda a obra salvífica e as oferendas tornam-se Corpo e Sangue de Cristo;

c) pela fração do mesmo pão... (Por Cristo, com Cristo, em Cristo. Ed. VOZES - Papa Paulo VI - pág. 39)

15 - Em que celebrações é usada a cor vermelha nas vestes litúrgicas?

(no próximo período)

Dicas: diversos livros litúrgicos

 

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